Voando com a AVIANCA (Ponte Aérea)

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– este é o voo de ida para o GP Brasil de Fórmula 1 de 2015; emiti a passagem no final de janeiro (10 meses antes – prevenção total para os preços exorbitantes que geralmente aparecem para este fim de semana) usando pontos do Programa Amigo: foram 10.000 pontos (havia opções mais “baratas” com outras companhias, mas eu tinha pontos vencendo na Avianca)

– como o voo era muito cedo (08:17h), fiz o check-in pela Internet na noite anterior (a navegação no site da Avianca não é das mais intuitivas): marquei o assento 6C, um corredor na parte esquerda do avião; logo em seguida recebi um e-mail com o boarding pass para smartphones

– cheguei no Santos Dumont um pouco antes das 07:30h e passei no totem da Avianca para imprimir o cartão de embarque (sempre que consigo, eu faço isso, gosto de ter o cartão emitido no aeroporto: menor e no papel)

– o aeroporto estava vazio, bem diferente dos domingos de F-1 de outros anos, isto me chamou a atenção (mais um sinal da crise econômica?)

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– o embarque foi anunciado às 07:45h: usei a fila de prioridades com meu cartão Gold (obtido com a promoção de status match que a Avianca está fazendo); entrei rapidamente no A318 (o menor modelo da Airbus, são apenas 120 lugares), de prefixo PR-AVL, recebido pela Avianca em junho de 2011 (antes, voou a partir de dezembro de 2007 com a LAN Chile), bancos de couro azul escuro na tradicional configuração 3×3, sistema de entretenimento coletivo e bom espaço para as pernas (selo A da ANAC); o voo não estava lotado, cerca de 60% de ocupação

– o pushback foi feito as 08:15h, pontual, e decolamos às 08:20h, depois de percorrer a pista do SDU por apenas 25 segundos

– logo depois que o aviso de apertar cintos foi apagado, as comissárias se apressaram para oferecer o serviço de bordo: sanduíche frio de lombo canadense com cream cheese, mini-porção de frutas e sucos variados (escolhi de goiaba light); simples, mas gostoso

– a cabine estava muito fria, um passageiro reclamou e a chefe de cabine prontamente foi ajustar a temperatura

– as 08:45h, a tripulação começou a preparar a cabine para o pouso; esta rota sempre traz alguma turbulência e neste voo não foi diferente; apesar disso, a descida foi tranquila, trem de pouso baixado as 09:00h e tocamos secamente o solo da capital paulista às 09:05h

AVALIAÇÃO GERAL: voar com a Avianca é sempre bom, ela está se esforçando para se diferenciar das concorrentes de maior porte (Gol e TAM); o trecho RJ-SP é muito curto, não é tão fácil perceber as diferenças, mas o conforto do A318, com bom espaço para as pernas merece registro; o serviço de bordo foi básico e a atitude da tripulação foi correta; no geral, foi um voo agradável
Selo verde
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