O BALANÇO DOS VOOS DE 2018

A partir de 2016, comecei a registrar TODOS os voos que faço (nacionais e internacionais) na ferramenta disponibilizada pelo site My Flight Radar (que pode ser acessado no endereço: https://my.flightradar24.com), que traz uma série de informações interessantes sobre as viagens realizadas.

Em 2016, este foi o meu extrato de viagens pelo mundo:

  • total de 158 voos, sendo 115 dentro do Brasil e 43 internacionais
  • 294.917 quilômetros voados (o equivalente a 7,4 voltas ao redor da Terra)
  • fiquei mais de 461 horas dentro dos aviões, o equivalente a 19 dias

Já em 2017, viajei um pouco menos do que em relação ao ano anterior, mas os números ainda continuaram expressivos:

  • total de 156 voos, sendo 117 dentro do Brasil e 39 internacionais
  • 273.437 quilômetros voados (o equivalente a 6,8 voltas ao redor da Terra)
  • fiquei quase 439 horas dentro dos aviões, o equivalente a mais de 18 dias

O ano de 2018 já acabou e, novamente, foi intenso, com menor número de voos com relação a 2017, mas com mais distância percorrida:

  • total de 153 voos, sendo 113 dentro do Brasil e 40 internacionais
  • 278.328 quilômetros voados (o equivalente a 07 voltas ao redor da Terra)
  • fiquei mais 441 horas dentro dos aviões, o equivalente a mais de 18,4 dias

O My Flight Radar expõe o mapa dos voos que são cadastrados, permitindo uma ótima visão das distâncias das rotas e da dinâmica das viagens. No meu caso, os destaques do ano que passou foram:

  • a terceira e sensacional jornada de Volta ao Mundo que fiz nos meses de abrilmaio, quando visitei Est. UnidosSingapura, Tailândia, Camboja, Nova Zelândia, Qatar e Alemanha
  • 02 sequências de voos (Mileage Run) com a LATAM para Chile e Colômbia (em outubro e dezembro) para manter o meu status Black no Programa Fidelidade da companhia aérea e manter a série de benefícios exclusivos
  • a viagem para a Rússia para assistir aos 02 primeiros jogos do Brasil na Copa do Mundo de futebol, quando precisei passar por Holanda e Georgia, voando e avaliando companhias “estranhas” (POBEDA e GEORGIAN AIRWAYS)

Além disso, 2018 também foi um ano com muitos voos especiais, que merecem ser lembrados:

(1) um Boeing 777-200LR da QATAR AIRWAYS me levou de Auckland/AKL na Nova Zelândia para Doha/DOH no Qatar, o que era considerado à época o voo mais longo do mundo (confira AQUI como foi este voo em classe Executiva)

Boeing 777-200LR da QATAR no Aer. de Auckland

Classe Executiva do Boeing 777-200LR da QATAR

(2) um novíssimo Boeing 787-10, a mais moderna versão do Dreamliner, da SINGAPORE AIRLINES me levou de Singapura/SIN para Bangkok/BKK (confira AQUI como foi este voo em classe Executiva)

Boeing 787-10 da SINGAPORE em Bangkok

Classe Executiva do Boeing 787-10 da SINGAPORE

(3) em função dos problemas com os motores do Boeing 787 – Dreamliner, um Airbus A330 alugado pela LATAM da companhia espanhola WAMOS AIR me levou de Bogotá/BOG para Santiago do Chile/SCL (confira AQUI como foi este voo em classe Executiva)

Airbus A330 da Wamos Air no Aer. de Santiago/SCL

Assento 4C da Business Class do A330 da Wamos

(4) um Airbus A330 da russa AEROFLOT me levou de Moscou/SVO para Londres/LHR (confira AQUI como foi este voo em classe Econômica)

Airbus A330 da Aeroflot no Aeroporto de Londres

Inside do A330 da Aeroflot – Classe Econômica

(5) um Airbus A320 da CAMBODIA AIR me levou de Phnom Penh/PNH para Siem Reap/REP (confira AQUI como foi este voo em classe Econômica)

A320 da Cambodia Air no Aeroporto de Siem Reap

Inside do A320 da Cambodia Air

O site também fornece algumas estatísticas adicionais, por exemplo: (i) Aeroporto de Brasília/BSB foi o terminal por onde mais passei (dos 35 que visitei) com o Aeroporto Santos Dumont/SDU em segundo lugar e (ii) a AVIANCA BRASIL (código “O6”) foi a companhia que mais me levou (das 25 que voei), com a LATAM (códigos “LA” e “JJ”) muito perto.

Assim como em 2017, o Airbus A319, modelo de aeronave de corredor único utilizado pela AVIANCA BRASIL e pela LATAM BRASIL, seguido pelo Boeing 737-800, carro-chefe da frota da GOL LINHAS AÉREAS, foram os aviões que mais viajei em 2018.

Além disso, a Classe Econômica foi a cabine que mais me acolheu (127 voos), mas fiz 03 voos em Classe Econony Premium (todos com a LATAM), 22 viagens em Classe Executiva e apenas 01 jornada em Primeira Classe (novamente com a THAI AIRWAYS, da Tailândia para a Austrália a bordo do Boeing 747-400 – confira AQUI como foi). A minha preferência por sentar na janela fica evidente: foram 114 voos apreciando a vista, apenas 08 no “mortal” assento do meio e outros 31 no corredor.

Por fim, o mês de dezembro foi o recordista de número de voos (foram 20 viagens), pois tive muitos compromissos de trabalho em Brasília e São Paulo e também realizei a 2ª etapa da Mileage Run. E foi na 5ª feira que mais andei de avião, tendo voado pouco aos domingos.

Que venha 2019 e mais voos e mais voos e mais voos!

Feliz Ano Novo e bons voos!

V&A

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