Voando com a Air New Zealand (SYD/AKL)

– vamos em frente com a Volta ao Mundo de 2018, este foi o 9º voo da jornada ao redor da Terra

– depois de passar por Houston (Estados Unidos), Taipei (Taiwan), Singapura, Bangkok (Tailândia), Phnom Penh (Camboja), Siem Reap (Camboja), e Sydney (Austrália), hora de voar 1.345 milhas (cerca de 2.160 quilômetros) que separam as 02 principais cidades da Oceania, chegando em Auckland (Nova Zelândia)

A COMPRA DA PASSAGEM

– como já registrei na avaliação do voo que me levou de Bangkok/BKK para Sydney/SYD, quando viajei na Primeira Classe de um majestoso Boeing 747-400 da THAI AIRWAYS (confira AQUI como foi), eu emiti uma única passagem saindo da Tailândia, com destino à Nova Zelândia (de lá que partiria o meu voo para Doha, no trecho que é considerado o mais longo do mundo, operado por um Boeing 777-200LR da QATAR AIRWAYS), com conexão em Sydney

– usar milhas do programa Mileage Plus da UNITED AIRLINES sempre se mostra como a melhor opção para voar nesta região do planeta: por 40.000 milhas é possível voar na First Class entre Bangkok e Sydney e, depois de uma conexão de 02 horas e 30 minutos, seguir para Auckland na Business Class

Bilhete-prêmio emitido: de Bangkok para Sydney para Auckland

– o processo de emissão de um bilhete-prêmio no site (ou até no aplicativo para smartphone) da UNITED AIRLINES é simples e didático, a pesquisa de voos é muito bem exposta, com todas as informações relevantes apresentadas de forma clara; foram cobrados 49 dólares de taxas de embarque (paguei com cartão de crédito) e não foi possível fazer reserva prévia de assento

Bilhete-prêmio emitido: Business Class entre SYD e AKL

– nos detalhes do voo operado pela AIR NEW ZEALAND, estava indicado que o Boeing 787-9 estava programado para ser utilizado; entretanto, em função de alguns problemas que os motores Rolls Royce deste modelo de avião estão enfrentado pelo mundo afora, obrigando as companhias aéreas a um remanejamento das malhas, houve troca de aeronave e um Boeing 777-200 estava escalado

Detalhes originais do voo NZ102: Boeing 787-9 escalado

– esta seria a minha 3ª experiência com a AIR NEW ZEALAND, a principal companhia aérea da Nova Zelândia; a delas foi em um voo doméstico de Auckland/AKL para a cidade litorânea de Napier/NPE operado por um turbo-hélice Bombardier Q300 na Volta ao Mundo de 2016 (confira AQUI como foi) e a foi a bordo da classe Executiva de um Boeing 787-9 que me levou da capital neozelandesa até Tóquio/Narita na Volta ao Mundo de 2017 (confira AQUI como foi)

Bombardier Q300 da Air New Zealand em Auckland

Boeing 787 da Air New Zealand em Auckland

AEROPORTO DE SYDNEY/SYD

– cheguei na maior cidade australiana um pouco depois das 07:00h daquela 3ª feira, vindo da Tailândia; desembarquei do Boeing 747-400 da THAI AIRWAYS em uma posição remota e as centenas de passageiros foram levadas de ônibus até o terminal

Boeing 747 da Thai Airways em Sydney/SYD

– no trajeto, ficou fácil perceber que no Aeroporto de Sydney/SYD há um verdadeiro desfile de aeronaves de grande porte como o Airbus A330 da GARUDA INDONESIA, o Boeing 747-400 da QANTAS, o Boeing 777-300ER da QATAR AIRWAYS e o Airbus A380 da ETIHAD

Airbus A330 da Garuda Indonesia

Boeing 747-400 da Qantas

Boeing 777-300ER da Qatar Airways

Airbus A380 da Etihad

– na Volta ao Mundo do ano passado, para voar e avaliar as 02 maiores companhias aéreas australianas – QANTAS (no Airbus A330, confira AQUI como foi) e VIRGIN AUSTRALIA (no Boeing 737-800, confira AQUI como foi) fiz um autêntico “bate-volta” entre Sydney e Melbourne, saindo e pousando neste terminal

Airbus A330 da Qantas em Sydney

Boeing 737-800 da Virgin Australia em Melbourne

– o aeroporto é muito bem sinalizado, foi fácil seguir as placas indicativas de qual caminho deveria ser percorrido para fazer uma conexão internacional; depois de pegar uma pequena fila no controle de segurança (operários passavam suas caixas de ferramenta pelo aparelho de raio-x, atrapalhando um pouco o fluxo), acessei a área comercial deste enorme terminal

Aer. de Sydney – Conexão Internacional

Aer. de Sydney – Conexão Internacional

–  a quantidade de lojas de grande porte e de grifes famosas espalhadas por todos os lados impressiona; muitas luzes e cores atraem a atenção de todos que passam por lá, sendo possível fazer compras de última hora com grande variedade; tudo é espaçosoamplo e limpo, com uma estrutura moderna, o que torna o ambiente muito convidativo a gastar dinheiro

Aer. Sydney – Free Shop

Aer. Sydney – Free Shop

Aer. Sydney – Free Shop

Aer. Sydney – Free Shop

– nesta área também, a sinalização do aeroporto facilita a vida de quem pretende ir para os “Airline Lounges”, que era o meu caso;  apesar do tamanho, é difícil se perder neste terminal

Aer. Sydney – Sinalização dos Lounges

Aer. Sydney – Sinalização dos Lounges

– Sydney tem alguns saguões com cofee shops e grandes janelas de vidro que permitem aos passageiros sentar em uma mesa, tomar um cappuccino e ficar apreciando o movimento de aeronaves no pátio; em salões mais centrais, grandes painéis eletrônicos exibem de forma ostensiva as informações das partidas, sempre com muitas cadeiras em seu entorno

Aeroporto de Sydney/SYD

Aeroporto de Sydney/SYD

Aeroporto de Sydney/SYD

A SALA VIP DA AIR NEW ZEALAND

– depois de subir uma escada rolante até um mezanino e passar pelo VIP Lounge da SINGAPORE AIRLINES, cheguei na Sala VIP da AIR NEW ZEALAND às 07:50h

Mezanino com a Sala VIP da Air New Zeland

Entrada da Sala VIP da Air New Zealand

Entrada da Sala VIP da Air New Zealand

– na recepção, uma simpática e atenciosa funcionária indicou que tinha algum problema com o meu cartão de embarque emitido ainda em Bangkok pela THAI AIRWAYS; ela pediu que a acompanhasse até um outro balcão, já dentro do Lounge e depois de muita digitação no computador, ela fez a troca do meu boarding pass para o voo NZ102 com horário previsto de partida para 09:50h

Cartão de Embarque – Voo NZ 102 para Auckland

já tinha passado por este espaço na Volta ao Mundo de 2017, quando partia em direção à Índia via Bangkok/Tailândia (confira AQUI como foi este voo na classe Executiva de um Boeing 747 da THAI AIRWAYS)

– esta Sala é ampla e completa, com vários ambientes, todos muito bem decorados com móveis de estilo moderno e muitas facilidades disponíveis, com destaque para business/print center e banheiro com chuveiro (a conexão seria relativamente rápida e o voo para Auckland não seria longo, preferi não tomar banho)

Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

– as janelas de vidro estavam limpas e permitiam uma ótima visão das aeronaves taxiando e estacionadas no pátio; uma delas era um Boeing 777-200 da AIR NZ chegando de Auckland e carregando um pintura diferente da companhia, com tons de verde, ao invés do tradicional preto

Boeing 777-200 da Air New Zealand chegando de Auckland

– o bar principal deste Lounge é muito estiloso, com garrafas de vinho colocadas de forma horizontal e vertical, fazendo contraste com a janela ao fundo; da mesma forma, um grande lustre instalado em cima de um grande balcão perto do buffet demonstra que a iluminação do espaço tem estilo futurista

Bar da Sala VIP da ANZ – Aer. de Sydney

Bar da Sala VIP da ANZ – Aer. de Sydney

– o buffet oferecido pela AIR NEW ZEALAND era ótimo: amplo e variado, com opções de comida quente, sanduíches, frios, frutas e cereais, tudo estava fresco e muito  gostoso; o destaque principal eram os ovos mexidos, que estavam deliciosos; um enorme painel eletrônico ao fundo torna o ambiente iluminado e colorido; além disso tudo, são muitas opções de bebida alcoólica destilada

Buffet da Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Buffet da Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

Bebidas da Sala VIP da Air New Zealand – Aer. de Sydney

– o café (e muitas variedade de bebidas quentes) pode ser solicitado por um tablet instalado no balcão do bar principal; você escolhe o seu tipo de bebida quente, digita o seu nome e, alguns minutos depois, é chamado pelo funcionário responsável pela preparação

Tablet para fazer o pedido de café – Sala VIP da Air NZ

Cafe na Sala VIP da Air NZ – Aer. Sydney

O EMBARQUE NO BOEING 777-200

– eram 09:15h quando embarque foi anunciado pelo sistema de áudio, com a indicação de que os passageiros com destino a Auckland deveriam se dirigir ao Portão B57

– a caminhada até lá foi muito rápida, não levei nem 02 minutos para chegar no saguão, que estava lotado de gente, com filas um pouco desorganizadas; consegui chegar até a parte da esquerda, onde os passageiros com algum tipo de prioridade e que viajariam na classe Executiva estavam embarcando

Portão B57 – Aer. de Sydney

Portão B57 – Aer. de Sydney

Monitor – Portão B57 – Aer. de Sydney

Monitor – Portão B57 – Aer. de Sydney

– o Boeing 777-200 escalado para este voo tinha o prefixo ZK-OKG, sempre teve as cores da AIR NZ, desde que foi entregue em outubro de 2006; eu voaria naquela aeronave que eu tinha visto chegando lá da Sala VIP e que tinha pintura com o padrão verde

Boeing 777-200 – Air New Zealand

Boeing 777-200 – Air New Zealand

Finger de acesso ao Boeing 777-200 – Air New Zealand

Porta do Boeing 777-200 – Air New Zealand

– no finger ao lado, um lindo Boeing 787-9 nas cores vívidas da companhia do sudeste asiático VIETNAM AIRLINES também estava acoplado ao terminal e sendo preparado para sua missão de retorno a Hanoi

Boeing 787-9 da Vietnam Airlines

Boeing 787-9 da Vietnam Airlines

–  logo depois que coloquei minha mochila no compartimento superior, o welcome drink foi oferecido e não pude resistir a tomar um champagne, mesmo sendo tão cedo; a AIR NZ usa uma taça com estilo diferente para servir este tipo de bebida: fina e comprida

Welcome drink da Air New Zealand

– eram 09:25h quando o Piloto se dirigiu a todos pelo sistema de áudio e passou a informação de que havia sido identificado um problema no motor da aeronave e que a equipe de manutenção já estava trabalhando para resolver; e 20 minutos depois foi feito novo anúncio com a indicação de que todos deveriam desembarcar, pois o conserto iria demorar

– junto com outros passageiros, fiz o caminho de volta até a Sala VIP

– de volta ao Lounge, consegui me instalar em uma mesa alta e grande perto da janela e, aproveitando um lindo dia de sol na Austrália, comecei uma excelente (e longa) sessão de fotos da movimentação de máquinas na pista (confira AQUI todas), com destaque para o Airbus A330 da AIR ASIA, Airbus A330 da FIJI AIRWAYS, A380 da SINGAPORE AIRLINES e Boeing 787-9 da UNITED AIRLINES 

Airbus A330 da Air Asia

Airbus A330 da Fiji Airways

Airbus A380 da Singapore Airlines

Boeing 787-9 da United Airlines

– por volta de 10:45h, um outro Boeing 777-200 da ANZ chegou em Sydney e reparei que alguns passageiros que estavam no Lounge foram chamados nominalmente pelo sistema de áudio logo depois; suspeitei que eles estavam junto comigo e foram convocados para embarcar no voo NZ104 que também tinha Auckland como destino e que partiria às 11:50h e que seria operado por aquele Triplo 7

Boeing 777-200 da Air New Zealand

O NOVO EMBARQUE NO BOEING 777-200

– finalmente, às 12:30h, o voo NZ102 foi confirmado e o embarque anunciado; parti logo novamente para o Portão B57, onde nova confusão de passageiros estava formada; driblei alguns deles e consegui alcançar a fila de prioridades, entrando na aeronave pela Porta 2L

– quando cheguei no meu lugar, percebi que a cabine estava bem mais vazia do que antes, ou seja, aquela minha suspeita de que muitos passageiros foram realocados naquele voo que partiu um pouco mais cedo se confirmou; agora, apenas 12 pessoas estavam ocupando a antes lotada Business Premier

– o esquema da cabine do B777 era 1 x 2 x 1 (no B787 que peguei para Tóquio no ano passado a configuração era diferente: 1 x 1 x 1), portanto todos passageiros da classe Executiva têm acesso direto ao corredor; a disposição das poltronas (em diagonal, viradas para o corredor) não proporciona privacidade aos ocupantes, mas, sem dúvidas esta cabine da ANZ é uma das mais bonitas que já voei

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Corredor Direito

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Corredor Esquerdo

– os Boeings 777-200 da AIR NZ estão configurados em 03 classes de serviço: 26 passageiros podem voar na classe Executiva, além de 40 lugares na Premium Economy e 246 assentos na classe Econômica

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltronas do centro

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltronas do lado esquerdo

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltrona 2K

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltrona 2K

– eu estava sendo no assento 3K, na 2ª fileira da classe Executiva (a fileira 1 tem assentos somente na parte central da aeronave); um travesseiro de tamanho médio já estava disponível, além de uma garrafa de água

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltrona 3K

Inside da Cabine do B777 da Air New Zealand – Poltrona 3K

– para carregar equipamentos eletrônicos, uma porta USB instalada na tela e uma tomada universal no nicho da parte direita da poltrona são as opções

Porta USB e tomada universal no B777 da AIR NZ

Tomada universal no B777 da AIR NZ

– em um vão embaixo do encosto para pés (chamado ottoman), um compartimento está instalado para que os passageiros guardem seus sapatos durante o voo

Compartimento para guardar os sapatos

– um novo welcome drink foi oferecido e a extremamente simpática e carismática Comissária que atendia ao meu corredor se lembrou que eu tinha optado pelo champagne algumas horas antes e, prontamente, me trouxe uma taça

Novo welcome drink – Business Class – ANZ

– logo em seguida, ela distribuiu (além de sorrisos) um pequeno menu impresso, que trazia as opções de café da manhã (que, em função do longo atraso não seria mais oferecido) e de almoço que seriam oferecidas neste voo

Menu – Business Class – ANZ (SYD AKL)

Menu – Business Class – ANZ (SYD AKL)

– fiquei esperando a distribuição da Necessaire, mas infelizmente a AIR NZ não fornece neste voo de curta-média duração entre Sydney e Auckland

O VOO PARA AUCKLAND

– as instruções de segurança foram exibidas nas telas individuais antes de partirmos; a AIR NZ investiu na produção de um vídeo bem animadinho para mostrar como os passageiros devem se comportar durante o voo e nas situações de emergência

Vídeo com instruções de segurança – Air New Zealand

Vídeo com instruções de segurança – Air New Zealand

– o procedimento de pushback foi finalmente iniciado às 13:05h, portanto, o atraso era superior a 03 horas, um tempo considerável

– o taxiamento foi longo, levamos mais de 15 minutos para alcançar a cabeceira 34R do gigantesco aeroporto de Sydney; as janelas ao meu lado estavam muito arranhadas, tirar fotos com o celular era um desafio; os registros feitos com a câmera ficaram melhores, pois conseguia ajustar o foco, foi o caso dos “clicks” do Airbus A380 da SINGAPORE AIRLINES e, também, da avenida cheia de carros que cruza a pista do aeroporto

Taxiando no Aer. de Sydney – B777 da ANZ

Taxiando no Aer. de Sydney – B777 da ANZ

Taxiando no Aer. de Sydney – B777 da ANZ

Taxiando no Aer. de Sydney – B777 da ANZ

– iniciamos a decolagem às 13:23h e os 02 motores Rolls-Royce Trent 800 demoraram 38 segundos para tirar o B777 do chão; as janelas arranhada complicavamnão foi fácil arrumar um bom ângulo para tirar fotos da asa e do motor RR nos primeiros segundos de voo

Decolagem – Aer. de Sydney – B777 da Air New Zealand

Decolagem – Aer. de Sydney – B777 da Air New Zealand

Decolagem – Aer. de Sydney – B777 da Air New Zealand

– o sinal de apertar cintos foi apagado um pouco antes de 13:28h e uma intensa movimentação da tripulação de cabine foi iniciada na “cozinha” instalada na parte da frente do Boeing

– a tela do sistema de vídeo era pequena, mas de alta resolução e com tecnologia touchscreen, que permitia uma navegação simples e rápida; me arrisco a dizer que este foi o IFE de mais fácil manuseio que já experimentei

Tela do sistema de vídeo do B777 da AIR NZ

Navegação no sistema de vídeo do B777 da AIR NZ

Conteúdo no sistema de vídeo do B777 da AIR NZ

Conteúdo no sistema de vídeo do B777 da AIR NZ

– escolhi para passar o tempo o filme “Pantera Negra“, que tinha opção de legenda em inglês; como a AIR NZ não tem voos para o Brasil ou Portugal, a opção de português não estava disponível

Sistema de Vídeo – Filme Pantera Negra

Sistema de Vídeo – Filme Pantera Negra – Opções de línguas

Sistema de Vídeo – Filme Pantera Negra

– o fone de ouvido fica colocado em um nicho do lado direito da poltrona, embalado por um plástico simples; tem a logomarca da companhia; de boa qualidade, funciona de maneira satisfatória

Fone de ouvido – Business Class – ANZ

Fone de ouvido – Business Class – ANZ

– a foto abaixo retrata a minha visão geral da cabine enquanto estava sentado durante o voo: fica fácil perceber que este esquema adotado pela AIR NZ realmente oferece pouca privacidade aos passageiros da classe Executiva

– eram 13:45h quando foi servido uma taça de champagne (a minha escolha de bebida alcoolica, preferi manter a linha do que já estava bebendo), acompanhada de um potinho de castanha de caju servida quentinha

– reparei que a tripulação de cabine que atendia aos passageiros da classe Executiva tinha uma média alta de idade alta; mas o que as Comissárias tinham de experiência, elas também tinham tinham de simpatia e prazer em trabalhar

– a minha mesa para o serviço de bordo foi preparada um pouco antes das 14:00h; o “braço” articulado da tela de vídeo se ajusta perfeitamente, de forma que eu continuei assistindo o filme sem problemas

– a entrada que escolhi foi servida às 14:05h e estava deliciosafrango temperado marroquino com abóbora, coco, queijo feta e iogurte (a outra opção era porco); um delicioso pão com azeite acompanhava; pedi água com gás para beber

Entrada – Almoço na Business Class – ANZ

Entrada – Almoço na Business Class – ANZ

– os talheres oferecidos para a refeição eram de aço, com logomarca da ANZ na ponta, mas eram menores do que o normal

Talheres – Business Class – Air New Zealand

Talheres – Business Class – Air New Zealand

– o prato principal foi servido às 14:25h; eu tinha escolhido o peito de frango (as outras opções eram carne e salmão), acompanhado de  ervilha, macadâmia e couve-flor (que fiquei catando, pois não gosto); mesmo com a presença incômoda de um dos ingredientes, estavam bem delicioso

Prato Principal – Almoço na Business Class – ANZ

Prato Principal – Almoço na Business Class – ANZ

– o meu copo de champagne foi renovado o o tempo inteiro, sem que eu precisasse pedir, a Comissária sempre conferia se estava vazio e fazia a reposição de forma próativa; eram 02 opções de sobremesa: sorvete ou cheesecake de caramelo (com gotas e calda de chocolate amargo), que foi a minha escolha; estava nota 10

Sobremesa – Business Class – Air New Zealand

– para fechar com chave de ouro uma ótima refeição oferecida pela AIR NZ, foi servido um prato com docinhos e queijos e outro com bolachinhas tipo cream cracker; a Comissária me ofereceu um tipo de conhaque para acompanhar, afirmando que era uma combinação perfeita, fiquei com “vergonha” de recusar…e fiz certo, porque realmente era gostoso e caiu muito bem

Serviço de bordo – Final – Business Class – Air NZ

Serviço de bordo – Final – Business Class – Air NZ

– em função da posição das poltronas (viradas para o corredor da aeronave), quase me esqueci de virar para trás e apreciar a bela visão pela janela do Boeing; o sol batia forte, o motor RR trabalhava forte para empurrar o 777 por cima de um tapete de nuvens brancas

– hora de conferir o toalete desta aeronave; o banheiro do B777 era pequeno e a AIR NZ não oferecia nenhum tipo de amenidade, mas com um detalhe bem legal: um painel adesivado na parede da fuselagem do avião simulando uma janela

Banheiro – B777-200 – Air New Zealand – Pia

Banheiro – B777-200 – Air New Zealand – Vaso

Banheiro – B777-200 – Air New Zealand

– quando voltava para o meu lugar, aproveitei que nenhum tripulante estava na galley, e, portanto, não iria atrapalhar o trabalho de ninguém, para tirar fotos da “cozinha” deste Boeing 777-200

Galley – Boeing 777 da Air New Zealand

Galley – Boeing 777 da Air New Zealand

– na medida em que nos aproximávamos de Auckland, o sol começava a perder intensidade indo embora e a iluminação do interior da cabine foi configurada para ter um acolhedor tom de rosa

Inside da cabine do B777-200 da ANZ – Noite

Inside da cabine do B777-200 da ANZ – Noite

– quando já estávamos em procedimento de descida para pouso na capital da Nova Zelância, a comissária passou pelo corredor agradecendo individualmente os passageiros pela escolha da AIR NZ neste voo e distribuindo chocolates

Chocolatinhos de despedida – AIR NZ

– os segundos finais do voo foram simplesmente deslumbrantes: a aproximação foi feita justamente no crepúsculo, o céu estava colorido, já escurecendo e com a parte urbana da cidade Auckland toda iluminada

Aproximação para pouso em Auckland

Aproximação para pouso em Auckland

Aproximação para pouso em Auckland

– eram 16:11h no horário australiano (ou 18:11h no neozelandês, pois o fuso é de +2 horas) quando tocamos o solo da pista 23L (que tem 3.635 metros de extensão) do Aeroporto de Auckland

– na caminhada até a área de controle de imigração e, em seguida, de restituição de bagagem , há muitos painéis com propagandas da AIR NZ

Progaganda intensa da AIR NZ no Aer. de Auckland

– a passagem por uma enorme loja de Free Shop é obrigatória para todos que chegam em Auckland em voos internacionais

Loja de Free Shop – Aer. de Auckland

– depois de passar por uma longa e estressante entrevista na imigração (o fato de eu ficar apenas 01 dia na Nova Zelândia pareceu estranho para o agente), fiquei esperando bastante a minha mala despachada, que só foi aparecer carregada por um funcionário às 19:10h, depois que a esteira de bagagem já tinha sido até desligada

Esteira de restituição de bagagem – Aer. de Auckland

– as autoridades da Nova Zelândia fazem um controle ferrenho do conteúdo das bagagens de todo mundo que chega, pois há uma grande preocupação com relação a disseminação de pragas agrícolas no país; enfrentei uma fila gigantesca, pois todas as malas dos passageiros (de mão e despachadas) são inspecionadas com o uso de máquinas de raio-x; quem tenta passar com produtos proibidos, está sujeito ao pagamento de multa de 100 dólares locais

– no meu caso, foi ainda mais demorado, pois tive que dar explicações adicionais para a galera da imigração, pois fui “convidado” a ir para uma área mais isolada e expor de forma detalhada as razões da minha viagem para Auckland; depois de responder várias perguntas repetidas e mostrar pelo celular o site do V&A e o post com os detalhes da Volta ao Mundo, a agente de segurança se convenceu de que eu não era uma pessoa do mal

AVALIAÇÃO GERAL: a quantidade de milhas (40.000) do programa Mileage Plus da UNITED AIRLINES utilizada para a viagem entre Bangkok e Auckland, com conexão em Sydney, foi mínima, considerando que a 1ª “perna” foi feita em 1ª Classe e o 2º trecho em classe Executiva; a Sala VIP da companhia é muito boa, oferecendo muito conforto aos passageiros; a sessão de fotos aproveitando as janelas grandes e limpas agregou mais valor à minha passagem por lá; o atraso na parada que fiz na Austrália, em função do problema técnico na aeronave, foi grande, perdi algumas horas que pretendia aproveitar na minha rápida passagem pelo destino final; o Boeing 777 é uma máquina sensacional e a unidade que operou o voo NZ102 e que teve problemas no motor é antigo, mas a sua cabine já foi modernizada e tem a mesma estrutura dos Boeing 787 (mais novos e modernos), com o fator negativo de pouca privacidade aos passageiros na classe Executiva; o serviço de bordo (que era para ser um café da manhã e virou almoço depois da partida tardia) para um voo de aproximadamente 03 horas foi simplesmente fenomenal: foram 04 pratos, tudo com sabor e qualidade, regado a um bom champagne; a atitude de tripulação foi um outro ponto extremamente positivo: sempre com simpatia, em todos os contatos com os passageiros; de fato, se não fosse o indesejável atraso na partida de Sydney (o que prejudicou a avaliação no quesito “Tripulaçã0”, teria sido uma experiência top

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