Voando com a COPA AIRLINES (GIG/PTY)

cabecalho_copa_gig_pty

– está será minha 3ª experiência com a COPA AIRLINES; a primeira delas me levou na classe Econômica do Brasil para o Canadá e não foi legal: a mala da minha esposa extraviou e chegou 03 dias depois da gente; na 2ª vez fui para Cancun/México em uma missão de trabalho na classe Executiva e a poltrona, apesar de larga, não tinha encosto para os pés, o sono no voo noturno foi ruim; o meu destino final nesta viagem seria Bogotá (Colômbia), mas a avaliação vai ficar restrita ao 1º trecho: do Rio de Janeiro para a Cidade do Panamá

A COPA AIRLINES

– de acordo com o site da COPA, a companhia foi fundada em 1947 como a Companhia Panamenha de Aviação; atualmente, a frota da companhia (incluindo a sucursal da Colômbia) é composta por 14 Boeings 737-700, 63 Boeings 737-800 e 20 E-190 da nossa Embraer (as informações da frota estão dispostas na revista de bordo “Panorama”); a companhia opera para mais de 70 destinos, todos nas Américas (no Brasil, há voos diretos para Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Recife e Porto Alegre); só existe 01 trecho doméstico:  da Cidade do Panamá para David/Chiriqui, um voo de 01 hora de duração operado 03 vezes ao dia com um E-190

– o crescimento da COPA se confunde com o desenvolvimento do Aeroporto Internacional de Tucumen: distante 24km do centro da Cidade do Panamá, o terminal recebe mais de 13 milhões de passageiros por ano, operando 02 pistas paralelas, abertas 24 horas por dia; o aeroporto foi apelidado de “Hub de las Américas” pela COPA, em função de sua expressiva operação por lá e, nas palavras da companhia expostas no site da Internet, é o “o modo mais direto para conectar-se com as Américas

_hub-das-americas

– no prêmio Skytrax de 2016, a COPA aparece em 69º lugar, perdendo 05 posições com relação ao ano de 2015, mas na categoria “The Best Airlines in C America/Caribbean“, a companhia panamenha ficou na 1ª posição, o que é ressaltado em um adesivo colocado na fuselagem dos aviões, perto da porta dianteira

Skytrax_Copa

COMPRA DA PASSAGEM

– comprei minha passagem no início de julho de 2016, diretamente no site da COPA na Internet, atraído por uma super promoção para voar do Rio de Janeiro para Bogotá/Colômbia, com conexão na Cidade do Panamá: paguei R$ 787,93 mais as taxas (total de R$ 1.076,96), um valor extremamente competitivo

preco_passagem_copa

– resolvi sacrificar um fim de semana com a minha família por 02 razões: (i) testar o benefício de upgrade para a classe Executiva concedido aos passageiros com status premium no Programa Connect Miles (eu sou membro GOLD somente até março de 2017 e já sei que minha categoria não será renovada) e (ii) acumular milhas no Programa Amigo da AVIANCA BRASIL (as companhias são parceiras na aliança Star Alliance) para tentar manter a minha atual categoria no Programa, o que será importante para o uso de Salas VIP na jornada de Volta ao Mundo que farei em junho de 2017 (cada trecho renderá 7.000 pontos)

UPGRADE PARA A EXECUTIVA

– o programa de relacionamento da COPA se chama ConnectMiles e existem 04 categorias que garantem o status de PreferMeber e com isso uma série de benefícios adicionais (maior acúmulo de milhas a cada viagem, franquia extra de bagagem, prioridades em lista de espera, entre outros): Silver, Gold, Platinum e Presidential Platinum

_categorias_connectmiles

– os passegeiros que possuem o status PreferMember têm um super benefício: possibilidade de upgrade cortesia da classe Econômica para a classe Executiva nos voos operados pela Copa Airlines; para garantir o benefício, o passageiro precisa estar sozinho na reserva do bilhete, inserir o número de seu cartão nela e torcer pela disponibilidade de asssentos 

_upgrade-copa

– eu não tinha entendido direito como funcionava os prazos constantes da informação no site da COPA sobre a concessão do upgrade: “Confirmação (o mais breve posspivel) – 48 horas ou 2 Dias” para clientes GOLD e achei melhor ligar para a Central de Atendimento para esclarecer qual era o procedimento que eu deveria seguir: a chamada é direcionada para algum lugar do mundo, pois o atendente fala um português muito diferente daquele que falamos no Brasil; com alguma dificuldade, consegui entender como funciona este benefício 

– o esquema é diferente daquele utilizado pela LATAM e achei mais inteligente e interessante: ao contrário da companhia “brasileira”, para quem eu preciso ligar antes para me inscrever e aguardar até a última hora no portão de embarque para confirmação, na COPA o processo é automático, o sistema dela gerencia tudo: se no prazo indicado para cada categoria houver vagas, é feita a análise e um e-mail é disparado para os passageiros contemplados; apesar disso, o upgrade ainda pode ser feito “manualmente” pelo funcionário do check-in no aeroporto, caso uma vaga apareça de última hora (por exemplo: alguma desistência ou perda do voo)

– fiquei na expectativa da comunicação da COPA, fazendo consultas ao site da companhia e simulando uma compra para os meus voos e conferindo se tinha lugar disponível na Executiva; as boas notícias chegaram em 02 momentos: 1º recebi e-mail com a confirmação do trecho curto de 90 minutos entre Panama e abóbora (PTY/BOG), depois de algumas horas foi a vez do trecho mais longo entre Rio e Panamá (GIG/PTY); ótimo!!! 

_email-upgrade-copa

CHECK-IN – INTERNET

– a COPA permite que o check-in pela Internet seja feito com até 30 horas de antecedência; com o voo marcado para sábado às 11:50h, acessei no final da noite de 5ª feira; o processo é simples, é preciso inserir apenas o código da reserva e o sobrenome do passageiro; na hora de reservar os assentos, o sistema já mostrava que eu estava alocado na classe Executiva, escolhi a 4A  

_check-in-copa_gig-pty

– testei se poderia acumular milhas no Programa Amigo da Avianca Brasil (ao invés do ConnectMiles) e foi possível, felizmente; eu estava receoso sobre a existência de alguma regra que me obrigasse a “jogar” as milhas para o programa da própria COPA em função do upgrade concedido; a companhia exige o preenchimento de todos os dados do passaporte do passageiro, por isso, é preciso tê-lo em mãos para poder antecipar o check-in pela Internet

_checkin-copa

AEROPORTO DO GALEÃO 

– o Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim – Galeão/GIG foi privatizado em 2013 por mais de R$ 19 bilhões (ágio de quase 300%) e atualmente é administrado pelo consórcio “Aeroportos do Futuro”, liderado pela Odebrecht em parceria com a Changi, operadora do Aeroporto de Cingapura, sistematicamente eleito o melhor do mundo; o novo terminal de passageiros foi inaugurado em maio de 2016, a tempo da altíssima temporada associada às Olimpíadas do Rio

– os balcões de check-in da COPA estavam vazio, onde cheguei às 09:55h, passei lá para reimprimir meus cartões de embarque, como sempre faço; fui atendido de forma extremamente cortês e atenciosa pelo funcionário da companhia; ele conferiu meu passaporte e logo depois me entregou os cartões e fez um alerta interessantemuitos passageiros estão perdendo voos, pois os balcões da companhia estão localizados na extrema esquerda do terminal e o embarque é feito na extrema direita, a distância é grande; perguntei sobre a Sala VIP, pois estava com um pouco de fome, e tive uma má notícia: a COPA não está oferecendo esta facilidade no Galeão, ela vai utilizar a Sala VIP da Star Alliance que ainda não foi inaugurada

– são 05 minutos até a entrada da área de Embarque Internacional, onde há uma catraca eletrônica com leitor do código de barras do boarding pass; no controle de segurança, apenas 02 máquinas de raio-x funcionavam naquele momento, mas não havia filas; o controle de passaporte também é feito por catraca eletrônica (já tive problemas com este sistema em outras viagens, mas desta vez tudo funcionou bem) e também estava sem filas; depois, mesmo com as esteiras rolantes instaladas, são mais 10 minutos de caminhada até a Asa C, isto se o passageiro não parar nas diversas lojas, que são chamativas e atraem a atenção de todos

– durante a longa caminhada, fiz um pit-stop para tirar fotos da movimentação do pátio de aeronaves do GIG, aproveitando as grandes (e limpas) janelas de vidro no corredor existente entre as Asas B e C; um Airbus A321 da LATAM, um Airbus A330 da Alitalia e um Boeing 777 da American foram alvos dos “clicks”

EMBARQUE NO B737-800

– cheguei no Portão C45 às 10:50 no exato momento em que o (pontual) anúncio de embarque foi feito; os passageiros estavam sentados nos muitos bancos instalados na frente do portão, respeitando a ordem definida pal COPA; usei minha prioridade para embarcar logo; as novas pontes de embarque no Galeão são diferentes daquelas mais antigas, pois para chegar no avião, é preciso descer 05 rampas até alcançar o finger que leva ao avião

– uma sorridente comissária recebia os passageiros na porta do avião: “Bienvenidos”; o B738-800 de prefixo HP-1840CMP me levaria até a América Central; esta unidade foi entregue novo à Copa em agosto de 2014; está com ótima aparência, muito bem conservado pela companhia; ele tinha o chamado Sky Interior, a tecnologia desenvolvida pela Boeing que usa cores na iluminação interna da cabine para proporcionar maior conforto dos passageiros; além disso, ele está equipado com o chamado “Split Scimitar Winglets, uma variação mais moderna dos tradicionais winglets e que reduz ainda mais o consumo de combustível da aeronave

B737_Copa_GIG

– na classe Executiva, a COPA instalou 04 fileiras de 02 poltronas de cada lado, são 16 passageiros no máximo (neste voo, apenas 02 assentos estavam livres); a classe Econômica tem a tradicional configuração 3×3 e leva até 138 passageiros (80% de ocupação neste voo);  no assento (de couro cinza escuro) de cada passageiro, já estavam colocados: um cobertor, um pequeno travesseiro, um fone de ouvido (bem simples, não serve para isolamento acústico) e a necessaire

– na pequena necessaire, a COPA oferece aos passageiros da Executiva somente itens básicos: um par de meias, um protetor de olhos, um kit de escova/pasta de dente, um creme para as mãos e um protetor labial

– a senhora que seria minha vizinha durante o voo já estava se instalando quando cheguei, aguardei que ela terminasse para que eu preparasse com calma o meu kit para a viagem: cabo para carregar celular, máquinas para tirar as fotos e revista Airways para leitura; meu assento era o 4A, lado esquerdo da cabine, na janela, na parte do fundo da classe Executiva

seat-guru_copa

–  assim que me acomodei, o cardápio foi entregue por uma das Comissárias e logo depois ela começou a anotar os pedidos dos passageiros; a “maldição da última fileira” me atacou de novo: não tive escolha do prato do almoço, a opção de carne já tinha acabado, só me restou o ravioli; não encontrei o menu de bebidas no cardápio, perguntei as opções e a aeromoça informou de forma genérica (“vinho branco e tinto“), mas nada foi falado sobre o produtor deles, somente o tipo de uva; escolhi o branco, com opções de Chardonnay (minha escolha) ou Sauvignon Blanc

– antes de partirmos, foi oferecido o welcome drink, que se resume a água e suco de laranja servidos em copinhos de plástico, o que parecia ser um “cartão de visitas” preocupante para o serviço que estava por vir, pois sempre tenho a expectativa de uma taça de cristal com champagne quando estou voando na classe Executiva

Welcome_Copa_Executiva

– as aeromoças da COPA usam um alinhado (mas sem extravagâncias) vestido azul escuro e uma echarpe colorida com tons de azul claro no pescoço; segundo informações do site da companhia, este uniforme foi lançado em 2011

_uniorme-copa_2011

O VOO PARA O PANAMÁ

– os anúncios do sistema de áudio eletrônico são feitos em espanhol, inglês e português, mas quando a tripulação se dirige aos passageiros, o português fica de fora; procedimentos de segurança são feitos manualmente, portanto, somente em inglês e espanhol

– a porta dianteira do B737 foi fechada às 11:46h e 06 minutos depois foi iniciado o pushback; só alinhamos na cabeceira 10/28 da pista que tem 4.000 metros de extensão às 12:09h e decolamos logo em seguida, depois de uma aceleração máxima das 02 turbinas por 35 segundos 

– o Capitão falou durante o longo taxiamento informando que teríamos 06:53h de voo e que o tempo em rota estava bom; o modo avião dos celulares é autorizado durante todas as fases do voo, o que permitiu que eu tirasse mais algumas fotos de outras aeronaves estacionadas no GIG (outro Boeing 777 da American e Boeings 767 da LATAM)

– as decolagens feitas durante o dia são sempre mais prazerosas e estar sentado na janela significa a chance de registrar os primeiros momentos do voo; no Galeão, fotografar a Baía de Guanabara, apesar de poluída, é sempre gratificante

– eram 12:25h quando começou a movimentação da tripulação, afinal estávamos na hora do almoço; um cheiro forte de comida começou a vir da galley dianteira, aumentando a minha fome! uma pequena toalha quente foi oferecida para a limpeza das mãos 

– resolvi explorar o logo o sistema de vídeo, que é individual e fica “escondido” no braço central da poltrona; não tem controle remoto, todos os comandos são feitos na tela touchscreen, mas o sistema é um pouco lerdo e a resolução é apenas razoável; a 1ª opção a ser feita na tela é a escolha do idioma: English, Español ou Português; são cerca de 30 opções de filmes dublados para a nossa língua, sendo 04 lançamentos, escolhi “Truque de Mestre – O 2° Ato“, que não tinha visto no cinema; vale um registro negativo: agora é moda, alguns minutos chatos de propaganda são obrigatórios antes de começar o filme 

– às 12:35h foi servido o vinho branco que escolhi (muito bom, sabor frutado e refrescante) e um potinho de snacks (também muito bom); logo depois, a entrada chegou servida em uma bandeja de plástico azul escuro: pão quente e saboroso, salada de alface com milho (estava boa) e ceviche de lagostim (eu não como, mas estava com uma aparência ótima); os talheres eram de prata, estilizados com a logomarca da companhia e a louça era de porcelana branca; o meu copo de vinho foi renovado 

– vale a pena destacar um detalhe do processo de atendimento aos passageiros: para servir a refeição, a Comissária não usou um carrinho, ela carregava uma dupla de pratos em uma bandeja e servia 02 passageiros, voltava para a galley para buscar mais pratos; para a chegada do prato principal, a Comissária recolheu a louça da entrada e serviu o ravioli: eu estava desconfiado dele, afinal, não tive opção de escolha e preferia o prato que tinha esgotado; mas ele estava uma delícia: a massa estava cozida no ponto, o recheio tinha sabor e o molho estava fresco; o meu vinho foi renovado uma vez mais; tenho que reconhecer que o serviço me surpreendeu, foi um refeição acima da média 

– depois de recolhidos todos os pratos, café e licores são oferecidos juntamente com a sobremesa: pote de sorvete, com calda de caramelo, que estava delicioso; para esta tarefa, não sei a razão, a Comissária usou um carrinho; para finalizar o serviço de bordo, foi distribuída uma garrafa d’água de 600ml 

– as poltronas da Executiva reclinam cerca de 30 graus e há encosto para as pernas; obviamente, este tipo de assento está bem longe de ser uma cama full flat (não há como deixar de comparar com os assentos da QATAR AIRWAYS nos voos da Volta ao Mundo) e me fez lembrar daqueles instalados no A320 da LATAM que voa para a América do Sul, mas é preciso reconhecer que ele oferece algum conforto, é possível encontrar uma posição para relaxar; além disso, tomadas para carregar o celular estão instaladas na coluna central do assento e tem uma porta USB na parte lateral

– o filme já estava terminando, portanto, dormir era o próximo programa; o controle dos comandos da poltrona está instalado na parte lateral da coluna central: reclinei o assento até o máximo, ativei o encosto de pernas/pé, encontrei uma posição confortável e consegui descansar por 02 horas 

Poltrona Reclinada_B737 Copa 2

– quando acordei, pedi licença para minha vizinha (com a poltrona do passageiro da frente reclinada, quem está na janela precisa incomodar o passageiro do corredor, não tem jeito) e levantei para ir ao banheiro: me pareceu menor do que aqueles instalados no B737 da GOL que voam no Brasil, achei realmente muito apertado 

– a COPA oferece aos seus clientes uma revista de bordo: Panorama; me chamou atenção que ela tem mais de 200 páginas; na edição deste mês, os destaques das reportagens eram a culinária de Lima/Peru, os passeios imperdíveis de Rosario/Argentina e as maravilhas de Palomino/Colômbia; além disso, a revista traz informações sobre as rotas operadas pela companhia e um esquema do Aeroporto do Panamá/Hub de Las Américas

– a sede bateu e acionei a chamada de Comissários para pedir uma cerveja: 02 opções esstavam disponíveis, Estela Artois e Panamá Light; prestigiei a fabricada no destino do meu voo, mas não foi uma boa opção, não gostei do sabor, achei muito seco; logo depois (17:20h), a Comissária perguntou a todos se gostaríamos de snacks e quais eram as opções de bebida; 15 minutos depois chegou a minha bandeja: prato de louça com frios, pão quente e um pacotinho de cream cracker

– olhando pelas 02 janelas que estavam ao meu alcance visual, nuvens e belas paisagens tornavam a viagem um pouco mais agradável

– o Panamá tem um fuso horário diferente do Brasil: são 02 horas a menos com relação à Brasília; a cabine começou ser preparada para o pouso às 16:40h (no horário panamenho); um vídeo trazendo informações sobre o Aeroporto do Panamá foi transmitido a todos os passageiros de forma obrigatória; neste momento, pegamos uma turbulência moderada que durou alguns minutos

não há serviço de Free Shop, portanto e infelizmente, não tive a oportunidade de comprar uma miniatura dos aviões da COPA como procuro fazer em todos os voos internacionais que pego

– eram 17:00h quando o Piloto anunciou: “la tripulación de cabina, prepararse para el aterrizaje“; o trem de pouso foi travado às 17:05h; a aproximação para pouso em PTY é bem interessante, pois é feito um voo panorâmico pela orla da Cidade do Panamá, quando o famoso Canal que interliga os Oceanos Atlântico e Pacífico pode ser visto pelos passageiros sentados do lado esquerdo da aeronave

tocamos a pista panamenha às 17:10h, um pouso tranquilo e seguro, e em menos de 05 minutos, o B737-800 já estava estacionando no Portão 07 de PTY, encerrando mais um dos dezenas de voos operados pela COPA entre Brasil e Panamá

AVALIAÇÃO GERAL: o preço da passagem foi excelente e ficou ainda melhor com o upgrade concedido pela COPA AIRLINES; este benefício está disponível para categorias mais “baixas” do programa ConnectMiles e realmente é um diferencial a favor da companhia; o novo terminal do Galeão ficou ótimo, traz conforto e é funcional; a falta da Sala VIP no Galeão não pode ser ignorada, seria oportuno que a COPA informasse previamente aos seus passageiros este ponto, para não frustrar expectativas; o serviço de bordo foi uma surpresa muito agradável, mas não servir champagne no welcome drink é um pecado e, além disso, poderia haver uma melhor comunicação sobre as bebidas servidas; a atitude da tripulação durante foi o voo foi extremamente correta, mas faltou uma pitada de glamour; a poltrona da classe Executiva não é uma maravilha, mas traz um nível razoável de conforto; o B737-800 cumpre bem a missão de sustentar o modelo de negócios da COPA, mas peca em alguns pontos, em especial, o tamanho do banheiro; no geral, foi uma boa experiência com a empresa panamenha

avaliacao-copa-b737

1 responder

Trackbacks & Pingbacks

  1. […] a avaliação completa do voo GIG-PTY já foi publicada (confira aqui) e agora é a vez de compartilhar os detalhes do voo de Bogotá para a Cidade do […]

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *