Voando com a LATAM (AKL/SCL)

_label_LATAM_AKL SCL

– está chegando a hora de voltar para casa, fazendo o 11º e último voo a ser avaliado na inesquecível jornada de VOLTA AO MUNDO (decidi “descansar” e não fazer os registros do voo de Santiago para o Rio de Janeiro, operado por um Airbus A320 da TAM), saindo do Novo Continente, com direção à América do Sul, da Nova Zelândia para Santiago do Chile voando com a LATAM 

Mapa_AUK-SCL

A LATAM

– a LATAM foi criada oficialmente como marca única decorrente do processo de fusão entre a TAM (com atividades no Brasil e Paraguai) e o Grupo LAN (com atividades no Chile, Argentina, Peru, Equador e Colômbia) em 05 de maio de 2016, portanto, como eu voaria no dia 05 de junho, o meu voo seria operado pela nova companhia

_comunicado Oficial LATAM_05 de maio

Comunicado Oficial de adoção da nova marca

– com a fusão, o Grupo LATAM opera atualmente mais de 310 aviões; no Brasil, agora são 158 aeronaves em serviço: 24 Airbus A319, 73 Airbus A320, 31 Airbus A321, 4 Airbus A350, 14 Boeings B767 e 10 Boeings B777

– segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, a LATAM no Brasil ocupa a 2ª posição em termos de tamanho de mercado nacional, atrás da GOL, mas tem uma liderança muito folgada no mercado internacional

– no ranking internacional de melhores companhias aéreas, tanto TAM quanto LAN tiveram uma piora de performance na comparação dos anos 2015 e 2016:

  • a LAN ficou em 45º lugar (perdeu 13 posições com relação a 2015)
  • a TAM ficou em 57º lugar (perdeu 06 posições com relação a 2015)

COMPRA DA PASSAGEM

– para emissão da passagem, me programei para “torrar” Pontos do Programa TAM Fidelidade, apesar de eu já ter ouvido comentários de que não seria fácil conseguir um bilhete-prêmio para este trecho, pois é uma rota de alta lucratividade da LAN Chile, que colocaria poucos assentos para os passageiros frequentes

– em 2015, TAM e LAN CHILE já engatinhavam o processo de fusão das companhias e alguns processos estavam sendo padronizados, o que não era o caso da emissão on-line de passagens com Pontos para voos operados pela LAN, por isso, tive que recorrer à Central de Atendimento para fazer as consultas; de acordo com as regras adotadas pela TAM naquela época, era possível emitir bilhetes com até 11 meses de antecedência, portanto, para voar no dia 05 de junho de 2016, iniciei meu esforço no início de julho de 2015

– foram diversas e quase diárias ligações para a TAM em busca da passagem (só havia disponibilidade de voo com a parceira QANTAS, saindo de Auckland para Sydney e depois para Santiago, aumentando em quase 06 horas a duração total da viagem; além disso, voando com a companhia australiana, não teria a chance de upgrade para a Executiva em função do meu cartão Vermelho Plus), cheguei a fazer reclamação nas redes sociais indicando que era um absurdo não haver disponibilidade com tamanha antecedência para um voo operado por companhia “irmãs”

– finalmente, em contato feito no dia 22 de julho de 2015, consegui emitir o trecho que eu desejava: de Auckcland direto para Santiago, no Boeing 787-900, sendo necessária a alta quantidade de 60.000 pontos para voar na classe Econômica; além das taxas de embarque tradicionais, a TAM cobra uma taxa de R$ 40,00 pela emissão do bilhete pela Central de Atendimento, mesmo não sendo possível fazer a compra on line

_Bilhete_LAN_AKL-SCL

– escrevendo esta avaliação, fui conferir como está a situação agora que a LATAM já é uma realidade e consultei novamente o site da companhia; para minha surpresa, a situação parece continuar a mesma; a última data disponível em 2017 para emissão durante minha pesquisa era 23 de agosto e a opção do voo operado pela LATAM não apareceu, somente voos operados pela QANTAS estavam disponíveis:

_Voos_AKL_SCL_ago 2017

O AEROPORTO DE AUCKLAND

– do centro de Auckland para o aeroporto internacional há 04 opções basicamente: táxi (custo de 80 dólares neozelandeses), Uber (cerca de 60 dólares neozelandeses), serviços de van compartilhada (preço de 35 dólares neozelandeses) e o chamado SkyBus, uma linha de ônibus dedicada ao transporte de passageiros que chegam e partem para o aeroporto, que tem o menor custo: 16 dólares neozelandeses (cerca de R$ 38,00)

– eu já tinha experimentado o serviço de van e decidi testar o SkyBus, pois, além do preço, esta alternativa tinha outra vantagem: o ponto de partida dele era exatamente do outro lado da rua em relação à porta do meu hotel; consultei o site do serviço e descobri que aos domingos um ônibus parte às 15:00h e me programei para pegá-lo

– são muitas paradas ao longo do percurso, mas o ônibus é confortável e tem wi-fi gratuito durante o trajeto, a viagem de 55 minutos foi muito tranquila (não peguei trânsito algum), cheguei com mais de 02 horas de antecedência para o voo LA800 marcado para 18:20h

– o Aeroporto de Auckland é bonito e moderno, mas ele se destaca muito mais por ser extremamente funcional, não há extravagâncias que podem ser encontradas em outros aeroportos do mundo, como Doha, nem possui dimensões gigantescas, como Londres; a sinalização é eficiente, os passageiros são muito bem informados para onde precisam ir, de acordo com suas necessidades

O CHECK-IN (E OS PROBLEMAS) DA LATAM

– de olho na possibilidade de conseguir o upgrade para a classe Executiva, eu cumpro de forma religiosa as regras para me habilitar a esta facilidade: é preciso fazer o check-in on line (que é liberado 48 horas antes do voo) e depois ligar para a Central de Atendimento para que seja solicitada a cortesia

– cerca de 47 horas antes do voo, desci para o Business Center do meu hotel e fiz o check-in no site da LAN e, logo em seguida, liguei para a Central de Atendimento brasileira (TAM) para fazer o meu pedido; para minha surpresa, a TAM no Brasil não conseguia enxergar os sistemas da companhia chilena, de forma a confirmar que eu realmente tinha feito o procedimento de forma correta; me pediram para ligar em algumas horas, pois naquele horário, não havia ninguém que pudesse resolver; o calvário foi grande, para resumir a história triste, depois de 03 ligações + dezenas e dezenas de minutos perdidos ao telefone, consegui registrar a minha solicitação de upgrade; de bom, somente a informação que me foi passada de que ainda haviam muitos assentos disponíveis na Business Class

– achar a área de check-in da LATAM para despachar minha mala foi tarefa fácil; a nova marca ainda não tinha chegado na Nova Zelândia, toda a sinalização dos guichês, cartazes e monitores estavam em nome da LAN CHILE, nenhum sinal da nova identidade visual lançada com muita “festa” 01 mês antes

– somente 01 guichê era dedicado aos passageiros preferenciais (são mais 05 guichês destinados para os passageiros da classe Econômica, onde a fila era grande); no meu caso, usando as “credenciais” de cartão Black do LATAM Fidelidade, fui para a fila de prioridades, onde 01 pessoa estava sendo atendida, eu era o próximo

– fui atendido menos de 05 minutos depois de minha chegada e fui logo perguntando sobre o meu pedido de upgrade e veio a surpresa indesejável: já estava confirmado que ele não seria concedido; demonstrei perplexidade, falando que a informação da Central de Atendimento era de que haviam muitos lugares disponíveis e que isso era muito estranho; rapidamente, a funcionária que me atendia, achou melhor convocar o supervisor para falar comigo, que, de forma impaciente e pouquíssimo cortês informou que o voo era operado em codeshare com a QANTAS e que os 19 assentos destinados à LAN já estavam ocupados; perguntei diretamente: “há lugares disponíveis na classe Executiva, sim ou não?” e a resposta dele foi “não há assentos disponíveis da LAN” e simplesmente informou que nada mais poderia fazer por mim, viranto as costas e indo embora; resumindo: situação INACREDITÁVEL; em função da confusão, nem lembrei de pedir pelo menos um assento com mais conforto na classe Econômica

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– não desisti da missão e decidi fazer mais uma chamada internacional e contatar o Fale com a Gente (a Ouvidoria da TAM aqui no Brasil): foram 25 minutos de conversa, explicando o absurdo da situação para, ao final, ouvir aquele tradicional “infelizmente, não há nada o que possamos fazer pelo senhor neste momento“; para encurtar mais uma vez a 2ª história triste associada a este voo, abaixo estão expostas as regras para o benefício do upgrade (se há lugar no voo, eu teria direito sim, a ladainha do code-share com a QANTAS é irrelevante) e a resposta super protocolar que recebi do Fale com a Gente (problemas operacionais)

– perdida a batalha do upgrade, segui em frente; o controle de passaporte é feito no 2º andar do terminal, onde nao encontrei filas, fui direto no balcão, onde fui atendido de forma exemplar por um senhor, que transbordava alegria fazendo o seu trabalho; foi ótimo cruzar com alguém assim, pois me ajudou a diminuir o nível de stress que a TAM e LAN tinham me causado; já no controle de segurança, peguei uma pequena fila e demorei 10 minutos para passar meus pertences pelo aparelho de raio-x

SALA VIP DA QANTAS

– a LAN Chile utiliza em Auckland os serviços da Sala VIP  da QANTAS, sua parceira de aliança global One World; chegar lá foi fácil, uma curta caminhada à direita, passando por algumas lojas de free shop e subindo uma escada rolante; a entrada do espaço era imponente, com grandes portas de vidro envolvidas por uma armação de madeira

Entrada Sala VIP - Qantas

– o espaço era pequeno, mas aconchegante, com um ambiente principal onde o buffet estava servido, rodeado de mesas, cadeiras e sofás; ele está localizado na parte interna do terminal, portanto, não ha vista para o pátio de aeronaves; a variedade de comidas e bebidas era bem satisfatória para uma refeição rápida; a adrenalina ainda estava alta no meu corpo, não tive fome para aproveitar melhor o lounge, peguei somente alguns snacks e uma taça de vinho; de sobremesa, o sorvete da marca “Kapiti” estava delicioso

– eram 17:20h quando, por meio do sistema de áudio, a recepcionista da Sala VIP da QANTAS fez a anúncio de que o embarque no voo LA800 já estava sendo iniciado

O EMBARQUE NO B787

– do VIP Lounge até o Portão 6 foram apenas 10 minutos  de caminhada, passando pelo saguão central da área de embarque do Aeroporto de Auckland; este terminal é realmente muito bonito e bem sinalizado; alem disso, há muitas lojas para compras de última hora; algo me chamou a atenção no caminho: os bebedouros estão preparados para que os passageiros encham garrafas também; na parte final do trajeto, alguns tapumes estavam instalados, indicando que uma obra estava em execução

– no vão principal do salão de embarque, há grandes janelas de vidro que permitem uma visão ampla e privilegiada do pátio com a manobra e estacionamento das aeronaves; a predominância de aviões da Air New Zealand é óbvia, com destaque para alguns estilosos B787s da companhia

– quando cheguei no Portão 6, havia uma imensa fila dos passageiros para embarque no Boeing 787-900 escalado para o voo, de prefixo CC-BGI, uma unidade novinha entregue à LAN em fevereiro de 2016; este é o maior modelo do 787 atualmente, que pode carregar até 293 pessoas na configuração que a LAN escolheu (30 na Executiva e 263 na Econômica); usei a fila de prioridades para entrar logo na aeronave e colocar com calma os meus pertences nos bagageiros

– a LAN configurou a classe Econômica com 03 colunas de 03 assentos (3X3x3); as poltronas que ficam perto da janela têm tecido na cor azul (dois tons) e as poltronas do centro são da cor vermelha (dois tons)

– em cada assento, uma pequena manta, um pequeno travesseiro e um fone de ouvido estavam disponíveis para cada passageiro; eu estava no assento 40A, uma janela lado esquerdo, parte dos fundos do avião (a última fileira tem o número 43); uma das enormes janelas do B787, com a sua cortina eletrônica, estava o meu dispor

– eram 17:55h quando o Comandante se dirigiu aos passageiros em inglês e espanhol, informando que a previsão era de 11 horas de voo, que teríamos uma bonita noite para voar e que deveríamos pegar apenas um pouco de turbulência logo após a decolagem; o “modo avião” dos celulares é permitido durante todas as fases do voo

O VOO PARA SANTIAGO

– tudo pronto para iniciarmos a viagem, o pushback foi feito às 18:02h, o taxiamento foi longo, a decolagem foi iniciada às 18:20h, as 02 turbinas Rolls-Royce impulsionaram o B787 por longos 48 segundos na pista de 05R/23L do Aeroporto de Auckland,  que tem mais de 3.600 metros

– comecei logo a experimentar o moderno sistema de vídeo/entretenimento; a tela individual é touch screen, todos os comandos ficam nela (inclusive ligar a luz e chamada de comissários), mas eu dei azar, a minha tela estava com algum problema, pois ficava aparecendo toda hora as opções de menu e era uma batalha para conseguir selecionar um filme; a tela parecia estar mal calibrada, eu tocava para uma opção, ela “entendia” outra; de positivo, há muitos filmes com legendas em português; finalmente, consegui botar para rodar “Os Oito Odiados“, a última obra de Quentin Quarantino, um sanguinário e violento filme sobre o encontro de caçadores de recompensa no faroeste americano; a marca LATAM ja aparece no conteúdo dos vídeos

– outra opção para a distração dos passageiros é a revista de bordo VAMOS Latam, que naquele mês de junho/16 trazia como reportagem principal o Rio de Janeiro, às vésperas da realização dos Jogos Olímpicos; além disso, no bolsão da poltrona a frente há uma outra revista: a Duty Free, que na verdade é o catálogo para compra de itens a bordo

– ficar na parte dos fundos do avião significa ser um dos últimos a comer, desta vez não foi diferente, só fui servido às 20:15h; por outro lado, também significa correr o risco de não ter o poder de escolha entre as opções de prato para o jantar; o último prato de frango foi para a senhora ao meu lado, só me restou a opção de massa (com queijo e molho de tomate); para acompanhar, uma pequena salada de alface, tomate e milho; me chamou a atenção de forma positiva que o vinho é servido em copos de vidro e os talheres são de aço inox com logomarca da companhia; fui atendido por uma simpática comissária brasileira; durante o jantar, uma nova rodada de vinho foi servida; a sobremesa era um daqueles doces sem muita graça, mas com algum sabor

– o recolhimento das bandejas foi feito às 21:10h, quando foram oferecidos café (saboroso, da marca Juan Valdez), chá, whiskie Ballantines e um pequeno chocolate Kit Kat

– logo depois, pegamos um turbulência pesada, que durou cerca de 10 minutos; quando o aviso de apertar cintos foi desativado, aproveitei que o casal ao meu lado levantou para ir ao banheiro e fui também: muitas filas nos 02 toiletes instalados na parte de trás do avião; quando estava esperando na fila, tirei fotos da “cozinha” do B787 e fui interpelado de forma pouquíssimo cordial por uma aeromoça (em inglês): “por que está tirando fotos?“, me restringi a responder que gostava de aviões, olhando para ela de forma pouco amigável

– tentei dormir, mas não consegui, recorri ao sistema de vídeo e comecei a ver o filme “45 Years“, que conta a história da crise vivida por um casal de idosos quando da celebração de 45 anos de casamento; a estratégia deu certo, o sono bateu forte, tentei desligar a tela, sem sucesso, ela não aceitava o meu comando; o jeito foi botar o boné que eu estava usando na frente do meu rosto para a luminosidade não me incomodar; acabei dormindo por cerca de 03 horas, mas uma turbulência chata, que durou mais de 15 minutos, me acordou

– ao longo do voo, fiz alguns registros das diferentes cores do interior do B787, a Boeing introduziu neste modelo de aeronave lâmpadas de LED que aumentam o conforto a bordo, cada cor é utilizada em uma determinada fase do voo

07 horas de voo já tinham ficado para trás e o sol começava a despontar no horizonte do Oceano Pacífico, felizmente eu estava acordado e foi possível fazer lindos registros da clássica asa encurvada do B787 com o céu colorido em tons de azul e rosa

– comecei a ver mais um filme: “Joy“, com Jennifer Lawrence, Robert de Niro e Bradley Cooper, que conta a história interessante da persistência de uma mulher em emplacar no mercado americano a sua invenção (um esfregão de limpeza); foi um bom passatempo

– por volta de 03:10h os passageiros começaram a acordar e começou uma grande movimentação na cabine, inclusive da tripulação se preparando para servir a refeição matinal; o café da manhã foi servido às 03:45h: opção de sanduíche de queijo com presunto ou omelete; desta vez, felizmente, pude escolher: fui no “misto”, que vinha acompanhado de pratinho de frutas, um pão (geléia e manteiga) e um bolinho; suco de laranja e café para acompanhar; no geral, foi uma boa refeição

Café - AKL-SCL - LATAM

– minha bandeja foi recolhida às 04:35h e comecei a acompanhar o voo pelo mapa disponível no sistema de vídeo; naquele momento, já estávamos nos aproximando da costa chilena, terminando o sobrevoo do oceano; olhando pela janela, mais uma bela imagem da asa do B787, desta vez com o sol batendo forte na ponta

a chegada ao litoral chileno é deslumbrante, tendo a Cordilheira dos Andes ao fundo; ver terra firme depois de tantas horas sobrevoando mar trouxe uma sensação boa…

– depois que começamos a sobrevoar o continente sul-americano, a vista continuou linda lá fora

– eram 04:50h (13:50h hora do Chile, do dia anterior) quando o Piloto se dirigiu aos passageiros pelo sistema de áudio para informar que começaríamos em poucos minutos o procedimento de descida para pouso em Santiago do Chile, com previsão de chegada para 05:20h (14:20h hora chilena); reparem: o voo saiu às 18:20h de um domingo de Auckland, voei por mais 11 horas e chegaria em Santiago às 14:20 do mesmo domingo! Mágicas do fuso horário!

– de repente, em todas as telas dos passageiros, começou a passar um filme sobre as restrições de entrada de produtos na Nova Zelândia?!?!? Acho que a tripulação estava cansada, o voo não era para a Oceania, estávamos no sentido contrário!!!!

– quando já estávamos próximos do pouso, ainda deu tempo para a tripulação distribuir uma (deliciosa) balinha de despedida, uma gentileza simples, mas muito bem pensada

Balinhas LATAM

– sentar na janela é um privilégio para poder contemplar os segundos finais do voo e o funcionamento dos flaps funcionando como freio aerodinâmico durante o procedimento de pouso

– não posso deixar de ressaltar que uma das minhas malas despachadas em Auckland diretamente para o Rio não chegou no seu destino; foram quase 20 dias de espera para que ela fosse devolvida, felizmente, íntegra e com todos os meus pertences

AVALIAÇÃO GERAL eu tinha uma grande expectativa para este voo, por vários motivos: parte final da VOLTA AO MUNDO, primeira vez voando no B787-9 e sobrevoando o Pacífico, além de ser uma ótima oportunidade de comparar o serviço prestado pela LATAM com a British Airways, Thai Airways e Qatar Airways; mas muitas coisas deram errado; a inexplicável dificuldade de fazer o pedido de upgrade e a esdrúxula negativa no Aeroporto de Auckland trouxeram muito stress e, com certeza, são os registros mais marcantes desta experiência de voar com a LATAM; o Boeing 787-9 é uma bela máquina e oferece muito conforto aos passageiros; o serviço de bordo é acima da média para a classe Econômica, com destaque para os copos de vidro e talhares de prata em todas as refeições; a atitude da tripulação foi de altos e baixos, com ótimo atendimento pela comissária brasileira e falta de educação de uma comissária chilena; por fim, a incompetência da LAN em cumprir a obrigação de devolver uma mala de forma tempestiva deu o toque final; no geral, confrotando os pontos positivos e negativos, a experiência não foi boa

_LATAM_avaliação_AKL SCL

voando no 787 da LAN, como é voar com a LAN, como é voar na LAN, Boeing 787 da LAN
7 respostas
  1. Thiago
    Thiago says:

    Na verdade, a configuração desse avião da LATAM é C30Y283, totalizando 313 assentos. Curtiu os assentos? O espaço em geral? Acho essa config um pouco densa pra um voo tão longo, assim como os A350 da LATAM Brasil com 348 assentos.

    Fiz essa rota em 2010 a bordo do A340-300 da LAN na ida e do 747 da Qantas na volta, curti o equipamento, bem menos denso na epoca (C42Y218), mas detestei o serviço e a falta de profissionalismo da equipe de solo em SYD.

    Responder
    • Cadu Franco
      Cadu Franco says:

      Olá, Thiago. Na época que fiz a avaliação, a informação disponível sobre a capacidade do B787-9 da LAN era de 283 passageiros. A partir do seu apontamento, refiz a pesquisa e realmente a capacidade é de 313. Obrigado! O espaço para as pernas era apenas razoável. A poltrona é daquele tipo que o assento “anda” pra frente quando você reclina, reduzindo um pouco o legroom. Estava presente no voo inaugural do A350 (GRU-MAO-GRU), fui na Executiva e voltei na saída de emergência da Econômica, portanto, não consigo fazer uma comparação justa entre as máquinas. Nunca voei Qantas, espero que consiga fazer na Volta ao Mundo de 2017. Bons voos! V&A

      Responder
    • Cadu Franco
      Cadu Franco says:

      Nada de preocupante. Mas isto é muito relativo…eu não tenho problemas com turbulência, mas minha esposa fica tensa com qualquer balançada…V&A

      Responder

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  1. […] do verdadeiro trauma do que aconteceu comigo no último trecho da VOLTA AO MUNDO de 2016 (confira AQUI os problemas que tive, em especial, a desculpa esfarrapada para não concessão de upgrade e o […]

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