Voando com a AZUL (CNF/CGH)

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– será minha 1ª viagem com a AZUL depois que perdi o status Safira do Programa TudoAzul; recentemente, fui “rebaixado” para a categoria Topázio, pois não voei com a companhia o suficiente para manter o meu nível “premium”; com isto, perdi alguns benefícios, entre eles, o direito de embarque prioritário; voei com a empresa no final de abril (do Rio de Janeiro para Vitória/ES) e foi uma ótima experiência

COMPRA DA PASSAGEM

– comprei minha passagem com apenas 01 semana de antecedência por atrativos R$ 99,90 para voar de Belo Horizonte/Confins para São Paulo/Congonhas (voo AD2628, operado por um Embraer E195); usei a Internet para a compra, o site da companhia é muito amigável, o processo é simples e tranquilo

– aos sábados, a AZUL opera 04 voos diretos entre as cidades: 03 pela manhã, 01 na parte da tarde; na simulação de compra abaixo (para o mês de junho), é possível conferir que a companhia oferece 02 tipos de tarifa: Promo (mais barata e com algumas restrições) e Flex; há um detalhe importante na forma que a AZUL expõe as opções de voo: indicação se o avião tem TV (Sky) ao vivo ou não, um item de conforto que é um diferencial da empresa

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CHECK-IN

– fiz check-in pela Internet na 4ª feira à noite (a AZUL permite fazer com até 72 horas de antecedência do voo), o que foi minha salvação para não perder este voo, como veremos a seguir…

– vale repetir: é muito fácil usar o site da AZUL e se o passageiro já for cadastrado (meu caso) a tarefa é ainda mais simples, pois é possível resgatar a reserva e os dados básicos já são preenchidos automaticamente

– escolhi o assento 7A, uma janela na frente do avião, lado esquerdo; a Azul oferece (mediante pagamento – a partir de R$ 25,00, depende do voo) assentos com mais espaço para as pernas, localizados nas primeiras fileiras da aeronave, é o chamado Espaço Azul

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A EMOÇÃO DE CHEGAR EM CONFINS

– este voo com a AZUL era a 2ª “perna” da minha viagem rumo a São Paulo; o 1º trecho foi voado com a FLYWAYS com pouso previsto para 10:30h no Aeroporto da Pampulha; com o voo saindo do Aeroporto Internacional Tancredo Neves – Confins marcado para 11:50h, e já tendo feito o check-in antecipadamente, não me preocupei, pois o trajeto entre os terminais dura cerca de 30 minutos

– eu não contava com o atraso do voo da FLYWAYS: pousei no aeroporto central somente às 11:00h, peguei um táxi menos de 05 minutos depois; para minha sorte, o taxista se sensibilizou com a possibilidade de eu perder meu voo e acelerou o que foi possível pela Linha Verde, avenida expressa que interliga o centro de Belo Horizonte ao aeroporto internacional

– chegamos às 11:30h, paguei o “amigão” e saí correndo por uma rampa em forma de caracol que interliga o 1º piso, onde ficam os balcões de check-in, e o 2º piso, onde estão localizados o controle de segurança e os portões de embarque; parei por alguns segundos para tirar fotos do espaçoso aeroporto, que atualmente está sendo administrado pela iniciativa privada desde agosto de 2014: a concessionária BH Airport é formada pelo grupo CCR e os administradores dos aeroportos de Zurique/Suíça, e Munique/Alemanha

EMBARQUE NO E-195

– quando eu estava na fila do raio-x (haviam cerca de 10 pessoas na minha frente), o meu nome foi “carinhosamente” anunciado pelo sistema de áudio do aeroporto: última chamada para embarque no Portão R4!!!! Nestas horas você pensa: por que quando a gente precisa que o voo atrase apenas 05 minutos, ele está rigorosamente no horário?

pedi licença aos outros passageiros, com a ajuda da funcionária da BH Airport e passei a frente de todos, não houve reclamação; mais uma corrida para chegar no portão, obviamente, o mais longe possível: o embarque para as posições remotas é feito na extrema direita do saguão, depois de descer uma escada rolante que não estava  funcionando

– fui o último a comparecer para o embarque e peguei uma van com mais alguns  “retardatários”; no trajeto até o avião, foi possível ter uma visão externa do terminal atual (Terminal 1) e das obras do novo Terminal de Confins (Terminal 2), que deve ficar pronto no final de 2016 (uma obra que vai custar cerca de R$ 750 milhões)

– como éramos os últimos a entrar no avião, não tive tempo para tirar muitas fotos do Embraer que me levaria até o Aeroporto de Congonhas; a AZUL dá um nome para todas os aviões de sua frota, eu voaria no “AZULTEC“; tratava-se do E195 de prefixo PR-AUE, entregue em setembro de 2014 à companhia brasileira

– o avião é novo e a cabine está bem conservada; bancos de couro na cor cinza e espaço razoável para as pernas (selo B da ANAC), na configuração padrão dos aviões fabricados pela Embraer: 02 poltronas de cada lado117 passageiros estavam a bordo, uma ocupação de quase 100%, apenas 01 lugar vazio neste voo

– a Comissária Lider fez os anúncios tradicionais sobre segurança e anunciou algo muito importante: o aparelhos celulares podem permancer em Modo Avião durante todas as fases do voo!!!  O novo procedimento começou a valer hoje, finalmente a AZUL se alinhou a GOL, TAM e AVIANCA!

VOO

– o pushback foi feito às 11:45h, alinhamos na cabeceira às 11:52h já iniciando a aceleração para decolagem, que durou 28 segundos; com o celular ligado (que beleza!), foi possível registrar algumas cenas da movimentação do aeroporto e do Centro de Operações da GOL, onde muitas aeronaves estavam em manutenção

– o serviço de bordo foi iniciado rapidamente, no tradicional esquema da AZUL: uma comissária passou anotando os pedidos de bebida dos passageiros (refrigerantes, água, suco de laranja ou pêssego), logo depois um outro comissário ofereceu os snacks (batata frita, balinhas em forma de avião, amendoim ou goiabinha) e, por fim, as bebidas são servidas; as minhas escolhas foram: batata, goiabinha e balinhas, junto com suco de pêssego; me chamou a atenção o barulho que era produzido pelos passageiros comendo seus biscoitos: crec-crec-crec das embalagens

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– aproveitei para me distrair um pouco vendo televisão: Sky ao vivo, com dezenas de canais disponíveis, vi um pouco de Globo News, depois SporTv e, por fim, informações sobre o voo: estávamos voando a 720km/h, a uma altitude de 11.600 metros; o fone de ouvido é brinde da AZUL

– tenho dado muita sorte nos últimos voos que fiz, mais uma vez, estava na janela e peguei paisagens lindas durante o voo, com um mar de nuvens brancas e um céu azul forte

– quando já estávamos em procedimento de descida, tivemos um comunicado do Piloto informando que pegaríamos uma temperatura de 20 graus em São Paulo e tínhamos previsão de pouso para 12:57h

POUSO

– a aproximação para pouso em Congonhas foi tranquila, com pouca turbulência; já pousei várias vezes na capital paulista, mas sempre me chama a atenção a proximidade dos prédios; pousamos de forma segura às 12:54h; apenas 03 minutos depois, encostamos no Portão 07 de Congonhas, encerrando mais um tranquilo e sem surpresas voo da AZUL LINHAS AÉREAS

AVALIAÇÃO DE VOO DA AZUL – SDU/VIX (abril/2016):

Voando com a AZUL (SDU/VIX)

AVALIAÇÃO GERAL: estou cada vez mais convencido que a AZUL presta atualmente o melhor serviço na aviação comerial brasileira; são alguns diferencias importantes: 1- avião sem poltrona do meio, 2- sistema de entretenimento individual e 3- serviço de bordo variado e 4- malha aérea diversificada (apesar de não operar entre Rio e Brasília), além de outras vantagens mais alinhadas com o mercado como o Programa TudoAzul; neste voo, a tripulação teve uma atitude correta e atenciosa com os passageiros; a pontualidade foi outro ponto positivo, saímos e chegamos no horário; o preço da passagem foi muito razoável para um voo de mais de 1 hora de duração; no geral, foi (mais uma) experiência muito boa

Selo verde

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