Voando com a SWISS (LON/GEN)

_swiss – comprei a passagem  na 1ª semana de dezembro de 2015 por 37 pounds (cerca de R$ 215,00) para voar de Londres para Genebra na Suiça; a tarifa que escolhi não me dava direito a despachar mala, nem reservar assentos previamente; na simulação abaixo (mesmo trecho, em junho) é possível ver os detalhes dos 04 tipos de tarifa que a SWISS oferece: a mais barata é a Economic Light (a minha) e a mais cara é a Business, que oferece uma série de benefícios

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– será meu 1º voo com a SWISS, empresa eleita a 14ª melhor do mundo em 2015 e que faz parte do grupo da alemã Luthansa (além da Austrian Airlines e Brussel Airlines) e também da aliança global Star Alliance, por isso, poderei acumular pontos para o Programa Amigo da Avianca Brasil, no qual tenho o status Gold Member, o que me dá direito a utilizar a Sala VIP e embarque preferencial; a Swiss opera atualmente 94 aeronaves, voando para 104 destinos em 49 países

– saindo do centro de Londres, especificamente da Estação Vitória, a melhor opção para chegar no Aeroporto de Gatwick (distante 47 km e o 2º maior da região) é o trem Gatwick Express, que custa 34 pounds para bilhetes de ida/volta (cada trecho de táxi custa 60 pounds); peguei o trem de 14:30h e cheguei no Terminal Sul do aeroporto às 14:58h; o aeroporto tem 02 terminais, se o voo parte do Norte, é preciso pegar um trem interno; o Sul é utilizado pela Swiss

– os balcões de check-in da Swiss ficam perto da estação do trem, em menos de 05 minutos se chega lá; só haviam 02 funcionando e uma pequena fila estava formada

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– já cheguei algumas vezes em Londres por Gatwick, mas será a 1ª vez que saio por aqui; o aeroporto é moderno, mas é mais compacto do que outros grandes aeroportos europeus; não peguei fila no controle de segurança, mas minha bagagem foi “parada” no raio-x para inspeção: o navio do Vovô Pig que comprei de presente para a minha filha apresentou alguma ameaça…perdi 05 minutos…a passagem pelo free shop é obrigatória, não há como fugir; há um playground colorido para as crianças se divertirem enquanto aguardam seus voos;  o aeroporto oferece wi-fi gratuito por 90 minutos

– já no saguão de embarque, procurei a sinalização para a Sala VIP: há 02 Lounges neste terminal: Nº 1 e Clubrooms; eu não sabia qual delas a Swiss utiliza, tentei primeiro a Clubrooms e o tiro foi certo, era lá mesmo; é um espaço bem pequeno, são apenas 03 cômodos, mas extremamente acolhedor; o ambiente me chamou a atenção, parecia o hall de um hotel 5 estrelas em Londres; as opções de buffet eram poucas, mas outras coisas podem ser pedidas para os garçons que apareciam de vez em quando

– fiquei na Sala VIP até 15:35h quando comecei minha “jornada” até o Portão 28: era o último de uma das “asas” do aeroporto, foram 06 esteiras rolantes até chegar lá; o embarque já estava terminando quando cheguei às 15:50h e uma longa fila se formava no corredor de acesso e na porta do avião

– a Swiss escalou para este voo o Airbus A320 (muito conhecido pelos brasileiros, a nossa TAM tem mais de 80 unidades deste tipo de aeronave), prefixo HB-JLS, que foi entregue em março de 2012 e que foi apelidado de “Niederhasli” (de acordo com a Wikipedia, trata-se de um povoado suíço, localizado nos arredores de Zurich)

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– a Swiss configura o A320 com 03 fileiras dedicadas à classe Business, separadas por uma cortina marrom que fica fechada durante o voo; são 03 poltronas de cada lado do avião, inclusive na Business (o assento do meio fica vazio, são apenas 12 passageiros no máximo nesta classe); na Classe Econômica, são 150 lugares; um fato curioso: as fileiras 13, 18, 19, 20, 21, 22, 23 e 24 não existem

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Seat Guru: indicação de que a numeração dos assentos não é sequencial

– meu assento era o 31 F, uma janela no lado direito, parte de trás da aeronave; tive sorte, não havia ninguém do meu lado; as poltronas são de couro marrom escuro, com o encosto de cabeça bege claro; o espaço para pernas não era dos maiores; os celulares podem ficar no modo avião durante todo o voo, mas não há tomadas nem porta USB para carregar aparelhos eletrônicos

 

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– o sistema coletivo de entretenimento é utilizado para mostrar as instruções de segurança; notícias sobre o voo e da Swiss ficam sendo exibidas, dentre elas o lançamento do voo de Zurich para o Rio de Janeiro a partir do fim de abril (serão 02 voos semanais)

– o uniforme da tripulação (eram 04 Comissários) era preto, básico, as mulheres usavam uma echarpe discreta, sem nenhuma ostentação; o Chefe de Cabine Manon fez todos os anúncios pelo sistema de som em inglês e francês; o Comandante se apresentou e informou que o voo teria a duração de 1:10h

– o pushback foi feito às 16:22h, um pequeno atraso de 02 minutos; decolamos às 16:30h, depois do Airbus acelerar na pista londrina por 35 segundos

– viajar nesta hora do dia (final da tarde) tem suas vantagens, em especial se você estiver sentado na janela; em 01 hora, a paisagem e o céu europeu mudaram diversas vezes

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– por volta de 16:50h, o serviço de bordo foi iniciado: 01 comissária serve um sanduíche (mini-baguete de frango e pepino japonês) e 02 outras oferecem as bebidas (água, suco, cerveja e vinhos); escolhi o vinho tinto (garrafinha de plástico); logo depois, uma comissária passa com uma pequena bandeja oferecendo chocolate suíço; na minha opinião, foi um lanche apenas saboroso, mas o rapaz sentado no corredor do outro lado adorou: ele comeu 04 sanduíches!

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– a altitude de cruzeiro foi de 31.000 pés e voamos a uma velocidade de 814 km/h

– a Swiss oferece aos seus passageiros uma revista de bordo: a edição de fevereiro traz uma reportagem interessante sobre a cidade mais famosa da África do Sul; a revista também traz informações sobre as rotas operadas pela companhia

– na fase final do voo, decidi ir ao banheiro: eles são localizados no fundo do avião, em lugar diferente do A320 da TAM; são 02 lavatórios, um ao lado do outro (no caso da TAM, um fica de frente ao outro); usei o da direita e ele era muito pequeno, sensivelmente menor do que aqueles que estamos acostumados nos modelos utilizados no Brasil

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Swiss: a localização dos pequenos banheiros é diferente

– Genebra tem fuso de +1 hora com relação à Londres, por isso o trem de pouso foi baixado às 18:42h e o pouso seguro foi realizado às 18:45h; encostamos em uma posição remota 03 minutos depois, onde 02 ônibus já aguardavam os passageiros para nos levar até o terminal de desembarque, encerrando mais um voo da Swiss

AVALIAÇÃO GERAL: o preço da passagem foi razoável, o que indica que é possível viajar pela Europa pagando um valor baixo mesmo nas companhias “legacy” e que fazem parte das grandes alianças globais; o voo foi muito tranquilo, a aeronave estava muito bem conservada e encontrei muita simpatia de 03 das Comissárias, mas uma delas estava de flagrante mau humor, destoando das demais; o serviço de bordo era básico, mas o vinho dá um toque diferente; o pequeno atraso na partida foi compensado durante o voo, chegamos dentro do horário previsto em Genebra; a 1ª experiência com a Swiss foi muito boa, espero voar com ela novamente na futura rota para o Rio de Janeiro

 

Selo verde

3 respostas

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  1. […] – esta será a minha 3ª experiência com a companhia suíça: em 2016 ela me levou de Londres/LGW para Genebra/GEN, a bordo do A320 (confira como foi AQUI) […]

  2. […] em um voo de curta duração: de Londres/LGW para Genebra/GEN, a bordo do A320 (confira como foi AQUI), portanto, esta será minha 2ª experiência com a SWISS, mas será meu 1º voo intercontinental e […]

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