Voando com a TAM (BSB-GIG)

De: Brasília - Para: Rio de Janeiro/Galeão (BSB-GIG)
Classe: Econômica
Data: 16.07.2015
Aeronave: Airbus A320

– cheguei no Terminal 1 do Aeroporto de Brasília às 20:00h, apenas 40 minutos antes do horário do voo da TAM (JJ3445) que me levaria de volta à Cidade Maravilhosa depois de um dia intenso de trabalho na capital federal; não há dúvidas que, após a privatização, este aeroporto se tornou um dos melhores do Brasil, houve uma verdadeira expansão e melhorias na infraestrutura do terminal

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– 5ª feira é tipicamente o dia de maior movimento no Aeroporto de BSB, para fugir das enormes filas, tentei fazer o check-in no aplicativo da TAM, mas não consegui (nunca tive problemas com o app da Gol), tive que recorrer ao site: sem problemas e escolhi o assento 10F, uma janela; fui direto para a área de controle de segurança; há 09 máquinas de raio-x e, mesmo com o aeroporto cheio, somente 06 estavam funcionando, o que provocava uma pequena e bagunçada fila de passageiros

– geralmente, a caminhada até os Portões no novo terminal pode ser bem longa (depois de uma inescapável passagem por dentro de uma enorme loja da Dufry Brasil): para os Portões 1 a 14 (geralmente utilizados por Gol e Avianca), há esteiras rolantes somente em parte do trajeto, e para os Portões 18 a 31 (geralmente utilizados pela TAM), há esteiras em todo o trajeto; perto dos portões, há várias opções de alimentação (Casa do Pão de Queijo, Spoleto, Koni e McDonalds)

– o embarque foi iniciado às 20:05h no Portão 20; o aeroporto fornece separadores para organizar filas, o que agiliza o processo; usei a fila de prioridades, em função da minha categoria do cartão do Programa Fidelidade; rapidamente já descia o finger, que estava totalmente às escuras e que levava a uma escada e depois a um ônibus, ou seja, embarque remoto; somente às 20:18h partimos em direção ao avião; uma Comissária recepcionava os passageiros e aceitei as tradicionais balas da TAM para levar para a “patroa”

– o Airbus A320 de prefixo PT-MZU, que voa com a TAM desde junho de 2001, foi designado para este voo; a aeronave é uma “velha de guerra”, mas está muito bem conservada em sua configuração padrão de 03 assentos de cada lado; em função do espaço entre poltronas, o Selo C da ANAC aparece na porta (foto), ou seja, muito pouco espaço para as pernas; o espaço é tão reduzido que quando o passageiro da poltrona de trás acendeu a luz de leitura, chegou a iluminar minha poltrona; há telas “coletivas” de entretenimento a cada grupo de 03 fileiras (quiz, dicas de praias brasileiras e seriado de TV); a TAM só fornece fone de ouvido para voos com mais de 03 horas de duração; as 04 Comissárias teriam trabalho: cerca de 75% de ocupação

– vale registrar: ao contrário da Gol, a TAM ainda não tem autorização da ANAC para permitir que os celulares fiquem ligados no modo avião durante o voo

– portas fechadas às 20:38h, pushback somente às 20:50h; incrivelmente, depois de um longo percurso, só alinhamos na cabeceira da pista às 21:10h (o que indica muito atraso) e decolamos logo em seguida; fizemos uma curva leve a direita e apontamos direto para o Rio de Janeiro

– o serviço de bordo começou 10 minutos depois que o aviso de apertar cintos foi desligado: ao contrário dos voos para o Santos Dumont, onde é servido algum tipo de pão frio com recheio, nos voos para o Galeão é servido um snack, acompanhado de 02 opções de suco – laranja ou uva light; depois da “farta refeição” (nem enganou a minha fome), tentei descansar um pouco, mas o assento reclina muito pouco, tornando a ideia impossível

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– às 22:04h, o Capitão anunciou que já estávamos em procedimento de descida para pouso e às 22:10h pediu que a tripulação preparasse a aeronave; o trem de pouso foi baixado às 22:20h e tocamos o solo da capital carioca às 22:26h, um pouso seguro na longa pista do Galeão

– o aeroporto estava lotado, só encostamos no Terminal 2 às 22:40h e a saída do avião foi problemática: um apito de alarme começou a soar, incomodando a todos e a equipe de solo injustificadamente demorou quase 10 minutos para fazer seu trabalho

AVALIAÇÃO GERAL: um bilhete Brasília-Rio em uma 5ª feira, se não for comprado com muita antecedência, tem custo extremamente alto para um voo de 80 minutos, o que foi o meu caso (R$ 700,00 – mais ou menos o que paguei ida/volta para Las Vegas naquela promoção louca da American Airlines); o A320 predomina na frota da TAM (são mais de 80 aviões deste modelo), é um avião clássico pra voos domésticos, mas o espaço entre poltronas deste avião é algo que merece registro negativo; o serviço de bordo foi mais básico do que o normal, o que torna o valor pago ainda mais caro; a tripulação se mostrou bastante atenciosa, cumprindo sua missão de forma competente, mas os problemas na saída não podem ser ignorados.

Selo amarelo

1 responder
  1. Lúcia Braga de Faria Franco
    Lúcia Braga de Faria Franco says:

    Gostei muito da reportagem, super detalhada e bem fotografada. Amei o site. Parabéns filhão!!!

    Responder

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