Voando com a GOL (GIG-BSB)

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– cheguei no Terminal 1 do Aeroporto Antonio Carlos Jobim – Galeão às 06:30h (50 minutos antes do horário de partida do voo); o trânsito a esta hora não é um problema para o trajeto de 25 quilômetros entre Copacabana e a Ilha do Governador

– como fiz o check-in pela Internet (muito fácil de fazer, sem burocracia), fui direto para a fila do procedimento de segurança; mesmo muito cedo, as filas da Gol estavam grandes, me livrei delas; neste terminal doméstico do GIG há 05 aparelhos de raio-x, todos estavam funcionando, com isso, antes de 06:40h eu já estava tomando um café e comendo um pão de queijo (ao custo de R$ 8,00) na única lanchonete desta parte do aeroporto dedicada a voos nacionais; fiquei com a sensação de que esta estrutura é insuficiente para situações de alta demanda

– o embarque foi iniciado no Portão 6 às 06:55h, organizado por prioridades por Lei e, em seguida, os portadores de cartão Smiles Ouro e Diamante; em função do perfil de passageiros da Gol (muitos estão voando pela 1ª vez), sempre há um pouco de confusão, pois muitos não entendem a lógica de embarque por grupos para agilizar o processo

– vale o registro de que o velho e cansado GIG finalmente adotou a estrutura de “open space”, ou seja, os passageiros que desembarcam se misturam com os passageiros que aguardam o embarque (quando estive há 02 semanas, ainda existia a aquela divisão de vidro)

– o Boeing 737-800 que me levaria a Brasilia tinha o prefixo PR-GUY e foi entregue novo à Gol em fevereiro de 2013; a aeronave está nova e bem conservada na clássica configuração 3×3 e tem o Sky Interior, “tecnologia” da Boeing que altera os tons e cores da iluminação interna de acordo com a etapa do voo, o que proporciona um maior conforto dos passageiros; o assento 4A (janela) fica na parte da frente e tem o espaço Gol+: as 07 primeiras fileiras do B737-800 têm um maior espaço para pernas e angulação maior para reclinar; realmente faz diferença em termos de conforto; por conta disso, a ANAC classificou a aeronave com Selo A

– nesta etapa, o voo partiu com cerca de 80% de ocupação, ou seja, a tripulação de 04 Comissários teriam trabalho nesta manhã nos 80 minutos previstos de viagem

– o pushback foi feito às 07:20h e decolamos do solo carioca às 07:31h, portanto, com um pequeno atraso de 10 minutos

– o serviço de venda a bordo da Gol foi oferecido a partir de 08:10h e traz várias opções, por exemplo: cerveja Skol (R$ 5,00), refrigerantes (R$ 5,00), sopa instantânea (R$ 8,00), café com leite (R$ 5,00), sanduíches frios (R$ 15,00) e batata Ruffles (R$ 5,00); somente água é oferecida de forma gratuita

– a Gol não tem nenhum tipo de sistema de entretenimento a bordo, a única forma de ajudar a passar o tempo é a “Revista Gol“: o exemplar 157 traz a atriz Camila Pitanga na capa e faz uma retrospectiva dos 13 anos de existência da revista; nesta reportagem descobri que ela é editada pela equipe da revista Trip

– há 03 banheiros no B737: 01 na parte da frente e 02 na parte de trás, sendo um deles dedicado às mulheres (um diferencial que nasceu com a Gol)

– eram 08:50h quando o piloto anunciou que já estávamos próximos do pouso no Aeroporto Juscelino Kubitchek na capital federal brasileira, onde o tempo estava parcialmente nublado, temperatura de 19 graus e pouso previsto para 09:00h; neste momento, passávamos por cima do aeroporto

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– trem de pouso baixado às 09:00h e tocamos o solo “candango” às 09:05h com total segurança, a longa lista não exigiu muito esforço de frenagem do Comandante; somente às 09:15h encostamos no novo terminal 1 do aeroporto de Brasília

– a caminhada até o ponto de táxi é longa, mas há esteiras rolantes que ajudam; o novo terminal, privatizado em 2012 e com reforma parcial entregue para a Copa de 2014, é muito bonito, mas ainda está em reforma (a área de recolhimento de bagagem ainda está sem revestimento)

AVALIAÇÃO GERAL: voar com a Gol não traz surpresas, nem negativas nem positivas, tudo é pragmático; a atitude da tripulação é correta e profissional, nada mais do que isso; o serviço de bordo pago é típico de uma empresa que se entitula “low-cost”, apesar do preço do ticket ser geralmente “high” (este trecho custou R$ 450,00); o espaço Gol+ realmente traz maior conforto.

Selo amarelo

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